quarta-feira, 7 de março de 2012

Pesquisa no desenvolvimento de vacina contra AIDS aponta para testes em fase final.

Segundo notícia divulgada no site SRZV - Ciência e Saúde, um grupo especializado em Biotecnologia de Havana - Cuba divulga avanço nos testes com vacina contra AIDS realizados em cobaias de laboratório.
Veja nota na íntegra no link:  


Postado por: Angela Alves.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pesquisa realizada por membros da LABiM constata contaminação por germes em ônibus de Aracaju

Reportagem publicada no Jornal Cinform

Os ônibus do transporte coletivo de Aracaju levam bem mais do que passageiros, motoristas e cobradores. De acordo com uma pesquisa inédita, feita pelos alunos Valderez Santos, Tiago Nascimento e Thiana Reis, do curso de Biomedicina da Universidade Tiradentes - Unit -, os veículos carregam vários tipos de fungos e bactérias que podem causar alguns problemas à saúde. A pesquisa teve coordenação do professor Malone Santos Pinheiro.


O estudo analisou os ônibus após já terem rodado por cerca de sete horas. Foram colhidas amostras nas barras, nos leitores biométricos, onde os usuários colocam as digitais para passar na catraca, e nos assentos. Nos bancos. A análise das culturas revelou que 23% das amostras apresentavam contaminação por enterobactérias - coliformes - e 18% por "sataphylococcus aureus", um tipo de bactéria muito comum na pele humana.

A presença desses micro-organismos pode causar pequenas infecções na pele e problemas intestinais, como diarreias. O estudo mostrou também que os assentos são a parte do ônibus onde houve o maior nível de contaminação. "Esse estudo teve o objetivo de possibilitar a orientação de como os veículos podem ser higienizados", esclarece o professor Malone Pinheiro.

Ainda de acordo com este pesquisador, os níveis verificados nos veículos servem basicamente como referência para futuras pesquisas, visto que não há parâmetros locais que revelem se a incidência dos germes é ou não elevada. "A título de comparação, baseamos nosso estudo em uma pesquisa semelhante feita em banheiros públicos de Londres, na Inglaterra. Por lá, a concentração de bactérias foi de cerca de 15 unidades por centímetro quadrado, enquanto nos ônibus daqui foi de 35 unidades por centímetro quadrado.Ou seja, uma concentração quase três vezes maior", explica Malone.

DESLEIXO
Apesar de estes níveis de contaminação verificados na pesquisa causarem má impressão em leigos, em cientista da área eles não provocam alarde. São considerados moderados e, a princípio, não devem causar pânico nas pessoas. "Essas são bactérias que ocorrem de forma natural no ambiente e se propagam com o contato. Com o que as pessoas devem se preocupar é em sempre adotar hábitos de higiene assim que deixarem os ônibus. Embora não haja grande risco, a falta de cuidado pode provocar males digestivos", alerta Iza Lobo, gerente de Risco Sanitário do Hospital Universitário.

Os passageiros do transporte coletivo parecem não dar muita importância aos cuidados com a saúde após usarem os ônibus. O frentista Stanley Rodrigues até tira por menos. "Todo mundo sabe que as barras são sujas, pois todo mundo pega. Mas a gente precisa usar também e não tem essa preocupação", ameniza ele. Em verdade, seu ponto de vista reflete mesmo um alheismo geral.

O pior é que quando o usuário deixa o ônibus, termina ingerindo algum tipo de comida sem a devida higienização. As lanchonetes em volta da Rodoviária Velha, por exemplo, estão cheias de gente que consome alimentos sem se preocupar em estar com as mãos limpas. "Se a gente for ligar para tudo, não vive. A pressa, às vezes, faz com que a gente passe por cima do cuidado", diz o auxiliar administrativo Alex Lemos dos Santos, que resolveu comer uma coxinha assim que desceu do coletivo.

ÁGUA E SABÃO
Segundo o professor Malone Pinheiro, o uso de um detergente comum já seria suficiente para limpar os ônibus. "Ainda não sabemos como é feita a higienização dos carros. Se o produto for muito diluído em água, tecnicamente diminui a concentração do detergente. Seria interessante que pudéssemos trabalhar junto com as empresas", diz o biomédico.

Para o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju - Setransp -, é difícil acompanhar a forma como os ônibus são limpos, porque cada empresa adota padrões próprios. "Pode haver diferença no tipo de produto e na frequência com que os veículos são lavados", diz José Carlos Amâncio, superintendente do Setransp.

As empresas de ônibus admitem fazer a lavagem externa dos veículos e os varrer diariamente, mas não seriam tão cuidadosas quanto à higienização interna. "Fazemos dedetizações periódicas. A limpeza mais intensa por dentro é feita só uma vez por semana", revela Almir Xavier, chefe de Operações de empresa VCA.

Na Viação Progresso, maior empresa de coletivos da capital, que possui uma frota de cerca de 200 veículos, a lavagem externa dos ônibus também é feita diariamente. "A da parte interna, no entanto, é feita quando necessário. Lógico que em linhas com maior demanda, como a que leva mais crianças para a escola, por exemplo, a limpeza é feita todo dia. Já a dedetização é realizada toda a semana em 50 carros, de forma que em um mês toda a frota seja atendida", explica Alexandro Santos Alcântara, chefe de Serviços Gerais da empresa.

O professor Malone Pinheiro sugere que, diante das irregularidades nos procedimentos de limpeza, o ideal seria que fossem instalados recipientes com álcool gel nos coletivos, como uma maneira de que os próprios usuários fizessem a higienização antes de descer dos veículos.

Malone Pinheiro alerta que essa ideia ou o simples ato de lavar as mãos quando o passageiro voltar para casa ou chegar ao trabalho já seria o suficiente para afastar os riscos de contaminação. "As pessoas precisam criar o hábito de fazer isso constantemente", recomenda.






Para a aluna de Biomedicina Valderez Santos, a divulgação da pesquisa como manchete na edição no Jornal Cinform da última segunda-feira, 28 de novembro, é muito importante. "Trata-se de um estudo de grande impacto social, já que o ônibus é um veículo utilizado por grande parte da população que não tem muito conhecimento acerca da microbiologia. Por isso, a publicação em jornal faz com que os resultados dos estudos saiam da área acadêmica e atinjam toda a população", diz a estudante.  

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dia do Biomédico é destaque na Unit

Profissional imprescindível na medicina mundial, o biomédico deve festejar muito o seu dia. Comemorado em 20 de novembro, a data foi destaque no calendário da Universidade Tiradentes.

Muita festa para esses importantes profissionais
A coordenação do Laboratório Central de Biomedicina – UnitLab – e a coordenação da saúde promoveram uma homenagem a esses profissionais. A coordenadora Ana Paula Prata, o coordenador-adjunto Malone Pinheiro e a professora Ana Maria Guedes realizaram a comemoração no UnitLab ao lado de estudantes do 7º período, que fazem estágio em análises clínicas no laboratório.

O coordenador da Saúde da Universidade Tiradentes, Hesmoney Santa Rosa, esteve presente e foi um dos homenageados. Ele aproveitou a oportunidade para falar sobre a importância do biomédico na saúde do Estado. “Foram muitos obstáculos vencidos para implantar o primeiro curso de Biomedicina do Estado e o segundo do Nordeste”, destaca.



Foi uma manhã de confraternização entre os profissionais e os futuros biomédicos. Segundo o coordenador-adjunto, professor Malone Santos Pinheiro, trata-se de uma data de extrema importância para os alunos e professores do curso de Biomedicina. “A comemoração ao Dia do Biomédico também tem um sabor especial para a Unit, haja vista ser o primeiro curso da área da saúde, o que proporcionou a então Faculdades Tiradentes tornar-se Universidade. Graças à Unit o Nordeste recebeu o segundo curso de Biomedicina e o primeiro em instituições privadas”.

De acordo com a coordenadora de Biomedicina, Ana Paula Prata, foi um ótimo momento para alunos e professores.“É importante comemorarmos este dia para que os nossos alunos se sintam prestigiados e valorizados. É também um momento em que podem conhecer um pouco do dia a dia do profissional formado pela Universidade Tiradentes”, afirma


Fonte: www.unit.br

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Unit participa do Congresso Alagoano de Biomedicina




Professores e estudantes da Universidade Tiradentes foram a Maceió participar do 8º Congresso Alagoano de Biomedicina. O evento foi realizado entre os dias 13 e 15 de outubro, na Faculdade Integradas Tiradentes, e contou com a apresentação de diversos trabalhos desenvolvidos no Laboratório de Análises Clínicas da Unit – Unitlab.
Professore e estudantes da Unit apresentaram diversos trabalhos desenvolvidos no UnitLab
Valdereis Fontes Santos, Tiago de Aquino Nascimento e Thiana Reis Nunes, alunos do 7º período de Biomedicina, falaram sobre a ‘Avaliação da diversidade microbiana presente no ambiente interno de ônibus coletivo do município de Aracaju-SE’, trabalho orientado pelo professor Malone Santos Pinheiro.
‘Diabetes mellitus: influência do gênero e do sedentarismo em um laboratório de análises clínicas em Aracaju-SE’, ‘Avaliação do perfil lipídico e índice de massa corporal dos pacientes diabéticos atendidos em um laboratório de análises clínicas em Aracaju-SE’ e a ‘Relação do clearence de creatinina com a estimativa do ritmo de filtração glomerular em laboratório privado de análises clínicas em Aracaju-SE’ foram outros temas estudados pelos discentes da Unit. Além dos já citados, Ângela Valéria Farias Alves, Afrânio Ferreira Evangelista, Graziele Ribeiro dos Santos, Marcela de Jesus Souza, Suely Andrade de Carvalho, Paloma Nascimento Félix, José Melquiades Rezende Neto e Ana Maria Guedes de Brito também fizeram parte do grupo que contou com a orientação das professoras Adriana de Oliveira Guimarães e Rachel Freire Boaventura.
Para o coordenador-adjunto do curso, a experiência foi muito válida para todos. “O 8º Congresso Alagoano de Biomedicina serviu como uma oportunidade de integração entre os alunos de Biomedicina da Unit e Fits, além de ter sido uma boa oportunidade para apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos do 7º período que atualmente estão realizando estágio obrigatório no Unitlab”, explica o professor Malone Santos Pinheiro.

Fonte: www.unit.br

Postado por: Afrânio Evangelista

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Criada nova vacina contra Aids com 90% de eficácia


Em sua primeira fase de testes, medicamento foi aplicado em 30 pessoas sadias, escolhidas entre 370 voluntários



Uma equipe de pesquisadores espanhóis criou um protótipo de vacina contra o HIV “muito mais potente” que os desenvolvidos até agora. Os testes conseguiram uma resposta imune para 90% das pessoas sadias que foram expostas ao vírus.
A descoberta foi apresentada quarta-feira (28/09/11) em entrevista coletiva pelos responsáveis pela pesquisa, Mariano Esteban, do Centro Nacional de Biotecnologia do Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha (CSIC), Felipe García, do Hospital Clínic de Barcelona, e Juan Carlos López Bernaldo de Quirós, do Hospital Gregorio Marañón de Madri.
Após manifestarem uma grande eficácia em ratos e macacos, os testes começaram a ser aplicados em seres humanos há cerca de um ano. Nesta primeira fase, a vacina foi aplicada em 30 pessoas sadias, escolhidas entre 370 voluntários.
Durante o teste, seis pessoas receberam placebo e 24 a vacina. Estas últimas apresentaram “poucos” e “leves” efeitos secundários (cefaleias, dor na zona da injeção e mal-estar geral). Por isso, é possível afirmar que “a vacina é segura para continuar com o desenvolvimento clínico do produto”, ressaltou Quirós.
Em 95% dos pacientes, a vacina gerou defesa (normalmente atinge 25%) e, enquanto outras vacinas estimulam células ou anticorpos, este novo protótipo “conseguiu estimular ambos”, destacou Felipe García.
Para completar, em 85% dos pacientes as defesas geradas se mantiveram durante pelo menos um ano, “que neste campo significa bastante tempo”, acrescentou.
Na próxima etapa, os pesquisadores realizarão um novo teste clínico, desta vez com voluntários infectados pelo HIV. O objetivo é saber se o composto, além de prevenir, pode servir para tratar a doença.
“Já provamos que a vacina pode ser preventiva. Em outubro, vacinaremos pessoas infectadas com HIV para ver se serve para curar. Geralmente, os tratamentos antirretrovirais (combinação de três remédios) devem ser tomados rigorosamente, algo insustentável em lugares tão afetados pela Aids como a África”, apontou García.
O protótipo da vacina, batizado como MVA-B, recebe o nome do vírus Vaccinia Modificado Ankara (MVA, na sigla em inglês), um vírus atenuado que serve como modelo na pesquisa de múltiplas vacinas
Até agora, o único teste de vacina contra o HIV que chegou à terceira fase foi realizado na Tailândia. As duas primeiras fases testam a toxicidade do composto e sua eficácia, enquanto a terceira e a quarta examinam a posologia do remédio.
O protótipo da vacina, patenteado pelo CSIC espanhol, está sendo elaborado para combater o subtipo B do vírus da Aids, de maior prevalência na Europa, Estados Unidos, América Central e do Sul, além do Caribe. Na África e Ásia, o vírus mais comum é o subtipo C.

Fonte: Saúde Web

Postado por Graziele Ribeiro

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

TCC pode render frutos depois da formatura

TCC
O TCC (trabalho de conclusão de curso) leva pelo menos um semestre para ser produzido e a apresentação não dura mais do que algumas horas. Em muitos casos, depois da aprovação, o trabalho não tem aproveitamento algum e passa servir apenas para ilustrar currículos e portfólios. Em alguns casos, no entanto, o TCC pode proporcionar ganhos aos alunos que extrapolam o âmbito acadêmico.
Existem até algumas escolas que estimulam estudantes a pensar o TCC como parte da iniciação profissional. “Ele é tão aplicado à prática que no dia da banca são convidadas empresas parceiras para assistir à apresentação. Temos banca acadêmica e banca de mercado, esta última, opina sobre o que achou interessante”, conta Ricardo Nakai, professor de marketing da Esamc. Ele acredita que o TCC é uma oportunidade interessante para o aluno conversar com o mercado.
Não é apenas para os cursos voltados ao mercado que a possibilidade de desenvolver um TCC com aplicação prática existe. De acordo com Denizar Melo, coordenador do curso de fisioterapia da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), por exemplo, é comum o trabalho final servir como ponte para o mestrado. “O que se quer com o TCC, que é um trabalho que desperta no aluno o espírito empreendedor e cientifico, é que ele seja um grande laboratório, propicie vivência prática e possa resultar numa (proposta a ser apresentada num curso) stricto sensu“, afirma Melo.
Além disso, Melo afirma que há casos em que o aluno desenvolve novas técnicas ou equipamentos que são de interesse do mercado. O desencadeamento do trabalho de conclusão dependeria da intenção do aluno. “Para alguns é mais natural atuar no mercado. Já outros têm viés mais acadêmico. O que a gente procura é potencializar essas vocações”, explica Melo. Segundo Almeida, um dos requisitos para que o TCC obtenha sucesso comercial é o embasamento teórico. “O trabalho serve para consolidar o conhecimento e confrontar teoria e prática. É importante ter base e conteúdo”, acrescenta.
Direcionado ao mercado
j0439443                  O coordenador do curso de fisioterapia da PUC-RS defende a idéia de que para aproveitar o TCC depois da formatura, o aluno precisa estar atento às necessidades de mercado. “Ele tem de ter um bom problema para resolver. E, a partir dele, montar um bom projeto para organizar esquematicamente a solução”, recomenda Melo. No entanto, ele sugere que o aluno direcione essa busca para a área do conhecimento da qual ele mais se aproxima.
No curso de fisioterapia da PUC-RS, as pesquisas dos alunos são atreladas às linhas de pesquisa dos professores. “Os alunos desenvolvem parte da pesquisa dos professores. Às vezes, os professores reúnem grupos de alunos e cada um faz um capitulo de um livro, que pode ser publicado”, explica Melo. Por isso, ele recomenda para aqueles que têm interesse em levar o TCC ao mercado, que procurem professores e orientadores interessados em atuar na mesma linha. A própria universidade pode direcionar o desenvolvimento de trabalhos mais atraentes aos olhos do mercado. “Todo ano exploramos um segmento para ser trabalhado pelos alunos. Depende do que está em alta no mercado”, diz Almeida.
Oportunidade de padronização
Formado em agosto de 2007 pela PUC-RS, o fisioterapeuta Régis Mestriner atualmente aguarda a concretização do processo de transferência tecnológica da patente depositada a partir de seu TCC. No projeto que fez em parceria com Rafael Oliveira Fernandes, ele desenvolveu um sistema de fisioterapia respiratória que, apesar de mais barato que os similares, estava esquecido devido à falta de padronização. “O sistema já existia desde a década de 30, mas não tinha como ser executado com segurança”, resume Mestriner.
Trata-se de um equipamento, denominado coluna d’água, para reabilitação pulmonar em que oStudent paciente assopra ar para o interior de um recipiente por meio de um canudo. O fisioterapeuta pode regular a pressão interna e com isso exigir mais ou menos pressão por parte do paciente. O problema que prejudicava o uso desse método dizia respeito à resistência promovida pelo canudo à passagem do ar. Impossível de ser controlada pelo fisioterapeuta, comprometia o tratamento. “Embora seja um sistema alternativo a outros bem mais caros que existem no mercado, há muita resistência dos profissionais em utilizar, justamente pela falta de padronização”, lamenta Mestriner.
Os alunos tomaram conhecimento desse sistema numa aula do sexto semestre de Fisioterapia, quando o professor – que se tornou orientador do trabalho – propôs aos alunos que avaliassem o desempenho de diferentes tipos de material para execução dos procedimentos. Mestriner e Fernandes se interessaram e procuraram o hospital São Lucas, da própria PUCRS, onde conseguiram montar o sistema experimental e levantar os dados necessários para desenvolvimento do projeto. “A idéia inicial era padronizar o processo para usar no próprio São Lucas. O TCC nos deu a oportunidade de experimentar as idéias que surgiam. De algo que não esperávamos, conseguimos publicar até artigo”, comemora Mestriner.
Depois da apresentação do TCC, em agosto de 2007, a dupla continuou com o desenvolvimento do sistema visando o departamento de registro de patentes da PUC. Atualmente, a universidade, que depositou o registro, negocia a comercialização do sistema com empresas da área de saúde. Os trâmites estão sendo resolvidos pela universidade, que é quem levará, caso o processo seja bem sucedido, a maior parte dos lucros. Ainda assim, Mestriner e seu parceiro de TCC também terão retorno sobre o trabalho. “Estamos bem esperançosos de que aconteça. Toda a parte experimental foi feita durante o TCC. A única coisa feita depois foi o artigo”, conta Mestriner sobre o material publicado na revista científica da área de fisiologia respiratória Respiratory Care.
Fonte: http://www.biomedicinapadrao.com/
Postado por Graziele Ribeiro

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

V Simpósio Sergipano de Microbiologia

O grupo de Pesquisa em Microbiologia e Imunologia do DMO/CCBS/UFS, ciente de seu compromisso com a sociedade sergipana e exercitando o dogma universitário de ensino, pesquisa e extensão vem a oferecer dias 31 de outubro e 01 de novembro de 2011, o V Simpósio Sergipano de Microbiologia a ser realizado no Auditório da Reitoria no Campus de São Cristóvão. O mesmo contará com a presença de reconhecidos pesquisadores que proferirão palestras e mini-cursos visando atender os anseios dos alunos das diferentes áreas da nossa Universidade.
A Comissão Organizadora com o objetivo de adequar o programa em consonância com o perfil das atividades exercidas em Microbiologia no Estado de Sergipe, decidiu coletar as sugestões para a construção das diretrizes, ações e estratégias para a Programação do I Encontro de Controle de Qualidade Microbiológica.
Elaboramos um evento de alto nível científico e estamos certos de que o V Simpósio Sergipano de Microbiologia e o I Encontro de Controle de Qualidade Microbiológica será um sucesso.
Contamos com a sua presença para compartilharmos novos conhecimentos.
Um abraço,
Grupo de Pesquisa em Microbiologia e Imunologia
Departamento de Morfologia/UFS

http://sites.ufs.br/vssm

Postado por: Afrãnio F. Evangelista